Bolsonaro e um breve registro de porque ele chegou a presidência

BolsonaroJair Bolsonaro, presidente eleito pelo Partido Social Liberal – PSL, é o representante inquestionável e legítimo da silenciosa direita brasileira que estava praticamente desaparecida e desprovida de representação política desde a extinção da União Democrática Nacional – UDN em 1965. Desde o fim do Regime militar em 1984, até os dias atuais, por 34 anos, somente tivemos governos de centro, centro-esquerda e extrema esquerda. A direita brasileira ressurgiu politicamente a partir dos movimentos populares de rua em 2014, 2015 e 2016 em apoio a Operação Lava Jato e em oposição as ações irresponsáveis do governo da extrema esquerda petista de Dilma Rousseff.

Em março de 2014, a Operação Lava Jato desencadeada pela Polícia Federal começava a revelar de maneira inquestionável a corrupção petista que havia desviado verbas bilionárias da Petrobrás para o PT (Partido dos Trabalhadores) e seus sócios políticos e privados, o que quase levou a empresa a falência. Movimentos de rua como: Nas Ruas; Vem Pra Rua e o MBL – Movimento Brasil Livre foram fundamentais para mobilizar a população a exercer pressão pelo impedimento da presidente.

Estes movimentos mobilizaram milhões de pessoas em protestos por todo país e revelaram que havia uma enorme fatia da população que não tinha representação política no Congresso Nacional, quase que totalmente composto por partidos políticos de esquerda. Na realidade, não havia nenhum partido que assumisse claramente os ideais ideológicos dos partidos de direita: conservador nos costumes e liberal na economia.

A indignação com os crimes revelados trouxe para a arena política a maioria da população, tradicionalmente silenciosa e avessa a participação política, comportamento este que lamentavelmente abriu espaço para que corruptos e criminosos, ao longo de anos a fio, se infiltrassem e dominassem amplamente os postos governamentais.

Todos estes movimentos de rua foram fundamentais para pressionar por investigações, que ampliaram a visão da população sobre uma rede gigantesca de corrupção petista que vinha sendo conduzida para lesar estatais e desviar recursos públicos do país, inclusive para o exterior. O PT não agia sozinho, mas era o coordenador das ações e recebia apoio político de vários partidos aliados de esquerda e centro-esquerda que formavam a base aliada do governo, e que recebiam em troca pelo apoio político o comando de ministérios e estatais, onde também organizavam seus esquemas de desvios. O caso mais conhecido foi a participação conjunta do PT, PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) e o PP (Partido Progressista), que juntos, estiveram diretamente envolvidos na cobrança de propinas sobre os valores dos contratos de prestação de serviços superfaturados firmados pela Petrobrás com as empreiteiras privadas.

Os crimes petistas – um breve resumo

Em outubro de 2015, as contas do governo petista de Dilma Rousseff foram reprovadas pelo tribunal de contas da União, desencadeando um processo que levou ao seu impeachment em agosto de 2016, tendo em vista os graves crimes de responsabilidade fiscal revelados. Em ações ilegais de “maquiagem” das contas públicas, o governo Dilma utilizava ilegalmente recursos adicionais dos bancos públicos para pagar contas federais, dessa forma, excediam ardilosamente o limite de gastos autorizados pelo Congresso Nacional registrados na lei orçamentaria anual. Os gastos excedentes não eram documentados nos registros fiscais governamentais, fazendo parecer que estava cumprindo o orçamento, permitindo assim que se gastasse mais do que havia sido autorizado. O governo estava utilizando os bancos públicos para pagar as suas contas e não os estava reembolsando com os recursos aprovados no orçamento da União. Se o fizesse ultrapassaria o limite autorizado no orçamento e a prática ilegal seria revelada. Este procedimento irregular ficou popularmente conhecido como pedaladas fiscais, em alusão a prática da presidente de utilizar bicicleta para fazer exercícios.

Segundo dados da Rede Globo e do portal do Tribunal de Contas da União a prática das pedaladas somou R$ 12,98 bilhões no fim de 2010 – primeiro ano do mandato de Dilma, avançando para R$ 19,7 bilhões em dezembro de 2012. Nos fechamentos de 2013 e de 2014, por sua vez, o atraso nos reembolsos aos bancos saltou para R$ 36,07 bilhões e R$ 52 bilhões, respectivamente. Em dezembro de 2015, conforme reportagem do El País, o passivo do governo com bancos públicos somava R$ 72,4 bilhões, e que foi pago ainda em 2015 com recursos da Conta Única do Tesouro em uma tentativa de evitar a abertura do processo de impeachment.

Segundo publicação do Jornal do Comércio, referente aos resultados de 2015, somente os fundos de pensão dos trabalhadores da CEF, Petrobrás, Banco do Brasil e Correios, administrados por pessoal indicado pelo PT, registraram déficit de R$ 48,7 bilhões, diante de um total geral de R$ 77,8 bilhões de resultado negativo de todo o sistema de Fundos de Pensão do País. A Polícia Federal informou que em 8 de cada 10 casos analisados, foram realizados investimentos com recursos dos fundos de forma temerária ou fraudulenta, provocando prejuízos irreparáveis aos trabalhadores destas empresas.

Segundo dados do Tribunal de Contas da União revelados pelo Senador Ronaldo Caiado em junho de 2016, somente os empréstimos por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)  para os países socialistas e comunistas alinhados ideologicamente com o Partido dos Trabalhadores, tais como, Angola, Cuba e Venezuela, entre outros, atingiu a incrível cifra de R$ 50,5 bilhões de reais.

Os desvios e crimes identificados na Operação Lava Jato, com base nos dados de novembro de 2018, resultaram em condenações judiciais que juntas já exigiram de empresas, políticos, partidos políticos e pessoas envolvidas, ressarcimentos da ordem de R$ 40,4 bilhões de reais relativos a prejuízos causados a empresas públicas, principalmente a Petrobrás.

Segundo informações publicadas pelo Senador Álvaro Dias, em maio de 2017, os governos petistas foram ainda mais longe. Entre 2008 e 2014 para capitalizar o BNDES o governo federal captou recursos no mercado financeiro emitindo títulos da dívida publica a juros de 14,25%. O banco utilizou estes recursos para emprestar as empresas privadas “amigas do rei” no montante de R$ 716 bilhões com juros subsidiados que variavam apenas entre 5 a 6%. Os recursos foram então utilizados para realização de obras, em sua maioria no exterior, nos mesmos países ideologicamente alinhados com o PT. A diferença entre a taxa de captação e a taxa de empréstimo resultou em prejuízos da ordem de R$ 184 bilhões que foi absorvida pela União. Resumindo, o povo brasileiro arcou com o prejuízo.

As dificuldades com a grande Mídia

Apesar de todas as revelações negativas da corrupção petista, grande parte da mídia nacional, habituada a receber vultosos recursos do governo na forma de anúncios e propagandas, insistiu em colocar foco negativo sobre o então candidato Bolsonaro, que não está e nunca esteve envolvido em processos de corrupção. Este tipo de mídia, de forte influência socialista e largamente controlada pelo subversivo “pensamento politicamente correto”, junto com os partidos de esquerda, classificou Bolsonaro com adjetivos ridículos, tais como: extremista, radical, nazista, fascista, ultraconservador, racista, misógino, homofóbico, entre outros, para tentar desqualifica-lo perante a opinião pública. Não houve preocupação alguma em observar os objetivos do candidato do PSL e as linhas gerais do seu partido em benefício do país, mas apenas em supervalorizar declarações e frases infelizes de anos anteriores, principalmente da década de 90 e início deste século, período em que o candidato já se insurgia contra o já péssimo, desalentador e corrupto ambiente político e social do país.

As discussões e confrontos acalorados no Congresso Nacional, do qual Bolsonaro participou ativamente, relativo aos excessos da política petista quanto ao uso descontrolado e irresponsável dos recursos públicos; a aplicação da ideologia de gênero nas escolas; a demarcação irregular de terras quilombolas e reservas indígenas; a ideologização esquerdista do ensino; o excesso de concessões, direitos e proteção aos criminosos, etc. o tornaram inimigo número 1 da esquerda, resultando em uma maciça campanha de difamação com a colaboração de grande parte da mídia que participa ativamente da suposta agenda “progressista” da esquerda. Para este tipo de mídia pouco importa se o PT quebrou e roubou o país, e ainda permitiu que 63 mil brasileiros fossem assassinados por ano, o que importa é que o projeto de poder socialista ou comunista é sagrado e para que seja realizado vale tudo, inclusive mediante aplicação das subversivas táticas de Antonio Gramsci e da Escola de Frankfurt, que vem arrasando as instituições, escolas, universidades e a juventude brasileira.

Na realidade este tipo de mídia, e agora incluo parte da grande mídia socialista internacional, não é inocente e não está enganada sobre o que realmente acontece no Brasil. Ela é apenas parte do problema, ou seja, parte do projeto esquerdista que tem por meta se infiltrar em todas as instituições para subverter a cultura, as religiões, as famílias e o modo de vida das sociedades ocidentais. Trata-se de um esforço político e ideológico internacional para romper completamente com os valores do conservadorismo e com as tradições judaico-cristãs, o que abriria caminho para destruição do capitalismo e a implantação de um sistema socialista ineficiente de produção, bem como das sociedades materialistas e comunistas, desprovidas de ética, religião e valores morais.

A esquerda que estamos enfrentando no Brasil, representadas principalmente pelo PT, PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), PCB (Partido Comunista Brasileiro) e PCdoB (Partido Comunista do Brasil) não respeita a cultura e as crenças da maioria da população brasileira. Ela é completamente desprovida da ética que sustenta os valores de nossa sociedade. Para eles os fins justificam os meios. Portanto, qualquer prática ilegal para alcançar o poder é admitida. Seus discursos, publicações, ações e crimes cometidos são as provas. Ainda está sob investigação da Polícia Federal o atentado terrorista que quase resultou na morte de Bolsonaro. Atentado perpetrado por um militante comunista durante a campanha eleitoral, com provável suporte logístico do crime organizado, cujas organizações nunca foram combatidas pelos governos esquerdistas e que vem crescendo assustadoramente no país.

Metas Gerais do governo Bolsonaro

O programa de governo de Bolsonaro é conservador nos costumes, com valorização da honestidade, da meritocracia, com ampla proteção as famílias e contrário a ideologia de gênero amplamente propagada pela esquerda, inclusive nas escolas, que confunde propositalmente sexo biológico (macho e fêmea) com a opção sexual das pessoas que é livre e de decisão exclusivamente pessoal. Seu opositor político Haddad, que foi Ministro da Educação nos governos Dilma, defendia a aplicação do kit gay nas escolas, o qual promovia o ensino de práticas homossexuais as crianças e adolescentes.

Bolsonaro defende um sistema de ensino não politizado, com ênfase na educação tradicional, científica e técnica, com especial atenção para a melhoria da qualidade do ensino fundamental e médio e a eliminação da absurda progressão automática, na qual o aluno passa para o próximo nível, mesmo que não passe nos exames e provas de conhecimento.

Bolsonaro é contra a doutrinação ideológica socialista nas universidades e também nas escolas, processo altamente organizado, que considera qualquer tipo de oposição à esquerda uma atitude fascista. A rede de ensino, principalmente a pública, tem formado militantes esquerdistas, radicais, intolerantes, desprovidos de conhecimento técnico para o trabalho e que demonizam a iniciativa privada.

Na economia seu programa de governo é liberal e defende a economia de mercado com menos impostos, regulamentações e burocracia. Sua meta é atrair investidores internos e externos, o que ampliará os negócios e aumentará a oferta de bens e serviços a preços competitivos. Os negócios internacionais serão efetuados de forma bilateral com todos os países interessados, inclusive do primeiro mundo, sem o viés ideológico que limitou e aprisionou o Brasil a países socialistas que bem caracterizou os governos petistas. A melhoria do ambiente de negócios é crucial para aumentar a oferta de empregos, em um país com cerca de 14 milhões de desempregados e mais 14 milhões de subempregados.

No setor público está previsto um amplo programa de desestatização que resultará no fechamento ou privatização de pelo menos 50 empresas estatais ineficientes, preservando parcial ou totalmente apenas parte dos negócios daquelas que sejam consideradas estratégicas como a Petrobrás e a Eletrobrás. Bolsonaro promete reduzir o número de ministérios de 29 para aproximadamente 17 e indicar para seu gerenciamento, técnicos e especialistas, e assim, eliminar a nociva ingerência de partidos políticos corruptos que tem devastado o setor público do país.

Um dos principais objetivos é combater duramente a criminalidade, o tráfico de drogas, o crime organizado e valorizar as desgastadas forças policiais. Só em 2017 atingimos a terrível marca de 63 mil assassinatos por ano, que representa 30,8 mortes por 100 mil habitantes. A título de comparação, em 2016 ocorreram 6,5 mortes por 100 mil habitantes nos Estados Unidos. Nosso índice é quase cinco vezes maior. Um completo absurdo.

Bolsonaro é favorável ao endurecimento da legislação na área penal, de forma que os criminosos tenham que cumprir as penas integralmente, eliminando-se o sistema de progressão de regimes de penas, que tem libertado criminosos perigosos ao cumprir apenas 1/6, 2/5 ou 3/5 das penas. O sistema penal parte do conceito de que os presos devem ser recuperados. Dessa forma, com uma legislação ingênua e irresponsável criminosos que deveriam estar isolados do convívio social são rapidamente libertados para retornar à criminalidade e atormentar a população. O Estado brasileiro ao invés de proteger seus cidadãos de bem protege os criminosos.

Bolsonaro é favorável que a polícia possa abater, sem prévio aviso, os criminosos que forem encontrados nas ruas portando armas de guerra de uso exclusivo das forças armadas. Atualmente, a polícia só pode reagir e defender a população se for primeiro alvejada. Um completo absurdo.

Bolsonaro defende que todo cidadão tem o sagrado direito de defender sua vida, a de sua família, a de terceiros e suas propriedades, portanto defende o porte de armas no interior de suas propriedades, desde que a pessoa esteja apta tecnicamente para sua utilização. O porte de armas externo será admitido somente para situações muito específicas em que as pessoas possam justificar sua necessidade. Os petistas são completamente contra a posse de armas pelos cidadãos, porém nunca atuaram com rigor para conter a criminalidade, o tráfico de armas e drogas, tanto nas fronteiras, quanto nas cidades brasileiras.

Metas Gerais do governo Haddad

Grande parte da mídia ignora e não comenta o quão devastador teria sido para o país a aplicação do programa de governo de seu opositor Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores. Na economia ele representaria tudo que não deu certo no Brasil, ou seja, aquele mesmo programa socialista que foi praticado por treze anos nos governos de Lula e Dilma desde 2003. Haveria mais estatização, menos investimentos privados, mais aproximação e transferência de recursos para economias de países socialistas e comunistas, mais impostos para o setor exportador e ainda novos impostos sobre lucros e dividendos para quem produz.

No campo social seu programa previa descriminalizar e regular o comércio de drogas; desmilitarizar a polícia e libertar criminosos perigosos, que segundo ele tenham cometido crimes menos graves e de menor potencial ofensivo, o que abriria caminho para libertar milhares de bandidos, tais como: ladrões, assaltantes, estupradores, políticos corruptos, etc. Haddad, declarou reiteradas vezes que o ex-presidente Lula, condenado por corrupção, e que ainda enfrenta diversos outros processos seria libertado e participaria do seu governo.

Os programas da esquerda, especialmente do PT, PCdoB e PSOL, exploram quase sempre as divisões sociais e étnicas jogando as pessoas umas contra as outras: negros contra brancos, pobres contra ricos, homossexuais contra heterossexuais, etc. Dividem para governar. Exploram a vitimização, o ódio, a inveja e a injustiça social ao máximo. Nunca promovem a união e a integração nacional. Adotam sempre a política do nós contra eles, criando divisões e conflitos desnecessários em um país mestiço, multiétnico e multirreligioso.

Muito difícil entender porque parte da grande mídia, tanto a nacional quanto internacional, aceitou naturalmente que Haddad, que responde a 32 processos de corrupção, representante de um partido com dezenas de políticos respondendo a inquéritos e processos de corrupção, vários deles presos, participasse normalmente do processo eleitoral. Durante toda campanha eleitoral, Haddad manteve contato, lá na prisão em Curitiba, com seu mentor Lula, em uma clara afronta a população, a justiça, a moralidade e a ética.

Nos planos de governo do PT estava bem claro a criação de um novo marco regulatório para comunicação social eletrônica, que tinha por meta ampliar o controle do governo sobre a internet, rádio e televisão; interferir na estrutura de funcionamento de todos os poderes da União, no ministério público e na polícia federal, e principalmente no judiciário, através de controles sociais externos, cujo termo é apenas um eufemismo para atenuar seu real significado: controle e aparelhamento dos poderes com militantes ideologicamente alinhados com o PT, para garantir que as decisões do judiciário estejam alinhadas e aprovadas pelo partido. Um completo absurdo. E para finalizar Haddad ainda expressou o desejo de rever a constituição federal ou criar uma nova. Outro completo absurdo.

Também era um objetivo petista interferir nos currículos das escolas militares para que formassem pessoal alinhado ideologicamente com o partido. A completa falta de apoio dos militares impediu o PT de arriscar o golpe político para implantar a ditadura comunista ao estilo venezuelano.

 Conclusão

Portanto, comparando-se programas e planos de governo, assim como o lastimável estado de desordem e de tolerância com o crime em que se encontra o país, é possível entender porque Jair Bolsonaro venceu as eleições. Não há nada de extremista em seu plano de governo e nem na posição ideológica de seu partido. Não há nada que justifique que a mídia denomine o governo Bolsonaro de extrema direita.

A onda de indignação antiesquerdista e anticorrupção também provocou a maior renovação na câmara dos deputados dos últimos vinte anos, modificando metade dos seus quadros e garantindo apoio político aos programas do governo.

Há no Brasil uma crescente preocupação com os destinos da nação, com o enorme tempo perdido, com a subversão e a criminalidade, com a real eficácia das instituições e a atual organização política que permitiram a degradação do país.

Esperamos que todas estas mudanças políticas nos tragam melhores tempos, mais transparência, organização e ações governamentais que de fato atendam aos anseios e objetivos da nação.

Para finalizar, reproduzo a seguir um trecho importante do primeiro pronunciamento de Jair Bolsonaro como presidente eleito:

“…Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, andar nas ruas em todos os lugares desse país, liberdade de empreender, liberdade política e religiosa, liberdade de fazer, formar e ter opinião, liberdade de escolhas e ser respeitado por elas. Esse é um país de todos nós, brasileiros natos ou de coração. Um Brasil de diversas opiniões, cores e orientações.

Como defensor da liberdade, vou guiar um governo que defenda, proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita as leis. Elas são para todos, assim será o nosso governo constitucional e democrático: acredito na capacidade do povo brasileiro que trabalha de forma honesta, de que podemos juntos, governo e sociedade, construir um futuro melhor…”

Raimundo Oliveira

Cientista Social

 

Tags: Bolsonaro, mídia, esquerda, direita, PSL, crimes petistas

Referências:

Sites do Ministério Público com dados da Operação Lava Jato:

http://www.mpf.mp.br/para-o-cidadao/caso-lava-jato/atuacao-na-1a-instancia/atuacao-na-1a-instancia/parana/resultado

http://www.mpf.mp.br/para-o-cidadao/caso-lava-jato/atuacao-na-1a-instancia/rio-de-janeiro/resultados

Pedaladas fiscais

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/pedaladas-se-aceleraram-no-governo-dilma-e-chegaram-ate-2015-aponta-bc.html

https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias/tcu-recomenda-reprovacao-das-contas-de-2015-da-presidente-da-republica-1.htm

https://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/29/economia/1451418696_403408.html

Jornal do Comércio – Fundos de Pensão:

https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2016/09/economia/519563-fundos-de-pensao-investigados-pela-pf-respondem-por-62-6-do-rombo-do-sistema.html

Denúncia do Senador Ronaldo Caiado sobre as transferências ao exterior via BNDES:

https://www.youtube.com/watch?v=82vrqp3YiQU

Empréstimos BNDES

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/30/bndes-beneficiou-aliados-do-governo-com-juros-subsidiados-afirma-alvaro-dias

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/09/bndes-e-o-maior-devedor-da-uniao-na-frente-de-estados-e-municipios.shtml

Marxismo Cultural. Táticas para implantar o Socialismo no Brasil

https://politicalchallenges.com/2016/09/02/como-implantar-o-socialismo-no-brasil-estrategia-e-taticas-do-petismo-e-de-seus-aliados-comunistas/#more-816

Desemprego e subutilização da força de trabalho IBGE

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/21246-pnad-continua-tri-taxa-de-subutilizacao-da-forca-de-trabalho-e-de-24-7-no-primeiro-tri-de-2018

Site do PSL Nacional e respectivas propostas:

https://www.pslnacional.org.br/pagina/em-que-acreditamos

Haddad – Processos de Corrupção

https://istoe.com.br/uma-extensa-ficha-corrida/

Renovação no Congresso Nacional

https://www.portalt5.com.br/noticias/politica/2018/10/145522-congresso-nacional-teve-a-maior-renovacao-das-ultimas-decadas

Legislação Penal – progressão de regimes

https://jpomartinelli.jusbrasil.com.br/artigos/121938071/progressao-de-regimes-e-a-sumula-471-do-stj

 

Sobre Oliveira

I'm a Social Scientist interested to study and provide analysis of global relevant issues. I'm bachelor in Social Sciences at Federal Fluminense University, and also earned Logistics degree from Paulista University and postgraduate in Business Management at INPG / Castelo Branco University, Brazil. For professional contact send an email to rrsoliveira@hotmail.com
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