Mudanças climáticas. Uma reflexão crítica.

solA ONU através de seu programa das Nações Unidas para o meio ambiente, em conjunto com o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), organização também composta por membros da ONU, vem desde a década de 1980 divulgando informações alarmistas sobre os riscos do aquecimento global, fenômeno este que estaria sendo provocado e acelerado pelas atividades humanas no planeta. Segundo estas organizações a humanidade deve adotar práticas sustentáveis em sua relação com o meio ambiente para evitar um desequilíbrio climático catastrófico de consequências imprevisíveis e que poderia ameaçar a vida no planeta como a conhecemos.

O acordo climático de Paris de 2015 estabeleceu o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 2ºC até 2100, quando comparado com os níveis pré-industriais, porém esforços adicionais devem ser realizados para que o aumento seja ainda menor e fique abaixo de 1,5ºC. O nível pré-industrial considerado pelo IPCC foi a média verificada entre 1850 e 1900, embora saibamos que a revolução industrial se iniciou por volta de 1750. Mesmo sem conhecer a imensa complexidade que define o clima de um planeta com aproximadamente 4,5 bilhões de anos e utilizando apenas como base o curtíssimo período de tempo, para não dizer insignificante, que vai de 1850 até os dias atuais, seguiram adiante com o plano de redução de temperatura.

Segundo os partidários do acordo climático de Paris, o aquecimento global antropogênico é decorrente das atividades humanas que provocam a liberação na atmosfera de gases que causam o efeito estufa, sendo os principais vilões, o dióxido de carbono CO2, o metano CH4 e o óxido nitroso N2O. Para reduzir as emissões seria preciso paralisar o desmatamento, recuperar áreas degradadas, ampliar o reflorestamento e reduzir o espaço destinado ao cultivo; além de reduzir drasticamente ou eliminar a utilização de combustíveis fósseis, tais como: petróleo, gás natural e carvão mineral.

As análises e estudos do aquecimento global estão baseados em previsões que se utilizam de simuladores computadorizados e modelos matemáticos, mas que para os críticos não consegue reproduzir a enorme e complexa diversidade de interações e atividades naturais que formam o clima e que são manejados por forças poderosíssimas, como as correntes marinhas e atmosféricas, os ciclos solares e lunares, as estações do ano, os fenômenos geofísicos, as atividades vulcânicas, a extensa cobertura de nuvens, entre outros, que afetam diretamente o clima do planeta.

Apesar da tecnologia existente ainda temos pouco conhecimento, por exemplo, da totalidade das alterações climáticas provocada pelos oceanos que cobrem 71% do planeta, bem como da quantidade das fontes geotérmicas que saem do interior da Terra em contato com as águas mais profundas. Portanto, apesar do consenso existente entre os cientistas que prestam serviço ao IPCC e a ONU, não há comprovação científica categórica que efetivamente responsabilize as atividades humanas por um eminente desastre climático.

Impactos negativos

As ações de contenção propostas pelo IPCC de redução dos gases que causam o efeito estufa atingem fortemente os países em desenvolvimento, que não dispõem de recursos financeiros e tecnologia adequada para substituir rapidamente as práticas atuais, e ao mesmo tempo garantir alimentação e nível de vida adequado para bilhões de pessoas. Há forte suspeita de que o real objetivo por trás das medidas do IPCC seja conter o desenvolvimento das nações mais pobres, que deixariam de se desenvolver para reduzir as emissões, enquanto os países industrializados reduziriam em um ritmo mais lento na medida em que a tecnologia encontrasse soluções mais adequadas para substituir a matriz energética atual.

Tal processo de contenção dos gases do efeito estufa pode perfeitamente ocultar uma medida ardilosa e neocolonialista que manteria as nações mais pobres ainda mais dependentes e subservientes das nações ricas. Os países pobres e em desenvolvimento estariam definitivamente sujeitos a condição de meros fornecedores de matérias primas, recursos naturais e mão de obra barata aos países ricos, além de forçosamente, para evitar a fome e as doenças, ainda teriam que adotar medidas para conter o crescimento populacional e evitar uma crise humanitária.

Reflexões ambientais e de conservação

As dúvidas e críticas quanto as previsões catastróficas do IPCC não significa que não devamos controlar a poluição, o desmatamento, a recuperação de áreas degradadas. Pelo contrário, é imprescindível a adoção de práticas sustentáveis de manejo florestal, de tratamento de esgoto, de redução de gases poluentes e de geração de energia. A conservação e a exploração racional dos recursos naturais deve ser conduzida independentemente do aquecimento ou do resfriamento do planeta, mas não se deve adotar decisões radicais de mudança da matriz energética em um curto espaço de tempo com base em falsas premissas e previsões catastróficas desprovidas de efetiva comprovação científica. O desenvolvimento de fontes alternativas de energia, sobretudo a solar, deve ser incentivado e tecnologicamente aperfeiçoado, de forma que substitua fontes de energia poluentes de maneira gradativa e equilibrada, e assim não cause escassez energética, crises financeiras, inflação e coloque em risco a vida de milhões de seres humanos.

Eventos extremos frequentemente associados as mudanças climáticas provocadas pelas atividades humanas, como furacões, inundações, deslocamentos de terra e tsunamis sempre ocorreram e sempre ocorrerão e provavelmente o número de vítimas desses eventos será ainda maior, já que o planeta está mais povoado, inclusive em áreas de risco, expondo as populações a impactos de maior magnitude sempre que um evento extremo ocorre. O clima do planeta não é e nunca foi estável. Sempre esteve em transformação passando por períodos cíclicos de aquecimentos e resfriamentos. Basta dar uma olhada nos diferentes períodos geológicos do planeta e nos ciclos solares para compreender a complexidade do tema.

O clima quando analisado a partir de períodos mais amplos revela detalhes não percebidos pelo grande público. Não se demonstra por exemplo que no último milhão de anos o planeta passou por nove grandes glaciações. Cada glaciação durou em média 100 mil anos. Nesses períodos o gelo avançou dos polos e cobriu aproximadamente 30% da superfície terrestre. Entre as glaciações ocorreram os períodos em que o clima esteve mais quente e que duraram em média 10 mil anos, semelhante ao período atual que estamos vivendo quando se desenvolveram todas as grandes civilizações. Nestes períodos interglaciais o gelo recua e cobre apenas 10% da Terra favorecendo a expansão da vida no planeta. Como já estamos há 12 mil anos da última glaciação, tudo indica que estamos ingressando lentamente em uma nova era glacial.

Dentro dos períodos interglaciais, como este que estamos vivendo, também ocorre variações naturais de temperatura, tanto positivas quanto negativas do clima, e que são usadas pelos catastrofistas climáticos para apontar mudanças climáticas decorrentes da ação humana. Esse mesmo pessoal não menciona, por exemplo, que durante os ciclos solares 19 a 23, entre os anos 1950 e 2009, ocorreu o grande máximo de atividades solares, período de intensa expansão de ondas de calor proveniente do sol, coincidentemente o período que impulsionou o alarmismo climático de aquecimento global por parte do IPCC.

Tem sido comum o atribuir ao ser humano a responsabilidade pelo recuo da camada de gelo no Ártico. Os catastrofistas ignoram que as correntes marinhas previamente aquecidas procedentes das regiões tropicais e impulsionadas pelos ciclos solares e lunares as aproximam do Ártico, passam por baixo da imensa cobertura de gelo e provocam o derretimento parcial da base do gelo que está submerso. Ao perder a sustentação pelo imenso peso que está acima o gelo colapsa e desaba, ao invés de derreter na superfície como explicam os ambientalistas. Trata-se, portanto, de um fenômeno natural e cíclico que pode provocar o recuo da camada de gelo não havendo nenhuma comprovação científica que esteja relacionado com as atividades humanas no planeta.

Exemplos históricos recentes de mudanças climáticas

No período de mais ou menos 800 DC a 1300 DC o planeta esteve mais aquecido e as regiões mais ao norte podiam ser mais facilmente habitadas. A Groelândia, por exemplo, que significa terra verde, já foi colonizada pelos vikings por volta do ano 1000 DC a 1400 DC, ou seja, só foi possível porque havia menos gelo na região do Ártico. Depois disso se iniciou a pequena idade do gelo, entre mais ou menos os anos 1300 DC e 1850 DC, quando as regiões mais ao norte do planeta se resfriaram. Este fenômeno climático encurtou os verões e recuperou, pouco a pouco, a camada de gelo da Groelândia, que se expandiu e prejudicou as plantações, a caça e as pastagens, tornou a vida na região muito mais difícil e provocou a expulsão dos vikings daquela região. Neste período de nossa história não havia nenhuma ação humana que pudesse ser responsabilizada pelas mudanças climáticas em nível global, tanto de aquecimento, quanto de resfriamento, mas elas ocorreram independentemente das atividades humanas.

O CO2 (dióxido de carbono) principal alvo do aquecimento global

A mídia está frequentemente apresentando previsões catastróficas e raramente apresentando ao público as análises de cientistas que contestam o aquecimento global provocado pelo Homem. Não chega ao conhecimento do grande público, por exemplo, que anualmente são colocados na atmosfera por fenômenos naturais 200 bilhões de toneladas de CO2, podendo haver uma variação de 20% para mais ou para menos, também decorrente de fatores naturais. Estima-se que as atividades humanas coloquem na atmosfera no máximo cerca de 9 bilhões de toneladas de CO2 por ano. Portanto, como se pode atribuir o aquecimento global ao Homem se os eventos naturais por si só podem apresentar uma variabilidade de 40 bilhões para mais ou para menos? Como pode as emissões decorrentes das atividades humanas que representam em média apenas 4,5% dos fenômenos naturais provocarem um desastre climático?

Não chega ao conhecimento do grande público que o principal regulador de CO2 na atmosfera são os oceanos que cobrem 71% do planeta e que são responsáveis pela liberação anual da maior parte dos 200 bilhões de toneladas de CO2 aqui mencionados. Os oceanos são os grandes reguladores de CO2 do planeta. Na medida em que as águas esquentam é liberado CO2 para a atmosfera e quando resfria o CO2 é absorvido. Trata-se de um processo natural e cíclico, influenciado principalmente pelos ciclos solares que pode proporcionar mais ou menos calor.

Outro dado de simples observação é que a composição da atmosfera terrestre é composta por 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio, 0,9% de argônio e 0,1% de diversos outros gases, entre eles o dióxido de carbono CO2 com apenas 0,039% de participação; o metano com 0,000179%; o óxido nitroso com 0,00003%; o ozônio com 0,000007%; o monóxido de carbono com 0,00001% e vários outros com quantidades ainda mais diminutas de participação como neônio, hélio, criptônio, hidrogênio, xenônio, dióxido de nitrogênio, iodo e amônio. Também é importante mencionar que o vapor de água apresenta quantidade muito variada na atmosfera. Em algumas regiões mais quentes e úmidas sua participação pode alcançar até 4% do volume atmosférico.

Apesar do imenso volume de CO2 liberado, o que efetivamente permanece na atmosfera é de apenas 0,039% e que junto com o metano e o óxido nitroso, outros vilões do suposto efeito estufa, representam apenas 0,04% do total de gases na atmosfera terrestre, portanto, é absolutamente improvável que estes gases com tão pouca participação sejam capazes de formar uma camada tão densa a ponto de incrementar a retenção de calor na atmosfera e aumentar a temperatura do planeta.

Outro dado de extrema importância e muito pouco discutido é que o CO2 é o gás da vida. As plantas consomem o CO2 durante a fotossíntese e liberam oxigênio, renovando a atmosfera. Havendo oferta adicional deste gás na atmosfera este excedente será consumido por plantações e florestas que prosperarão ainda mais tornando o planeta mais verde e saudável, com mais oferta de alimentos e ganhos de produtividade por m2 plantado. O CO2 não deve ser visto como vilão, pois também exerce importante contribuição para existência da vida no planeta.

Nós seres humanos e uma infinidade de seres vivos retiramos o oxigênio do ar e liberamos CO2, o qual não deve ser confundido com o CO (monóxido de carbono), que é um gás poluente liberado principalmente pelos motores dos veículos e cuja emissão deve ser reduzida com aperfeiçoamento tecnológico dos motores e/ou incremento de combustíveis renováveis de baixíssimo impacto ambiental como o etanol.

Pesquisas realizadas na Antártida na estação de Vostok, publicadas em 1999, relativo à coleta de amostras de gelo em profundidades de até 3600 metros revelaram a composição do ar que ficou aprisionado nos períodos interglaciais de 130 mil, 240 mil e 320 mil anos atrás. A partir desta análise foi possível verificar que as temperaturas do planeta eram superiores entre 6 a 10ºC nos períodos interglaciais mencionados, quando comparado com o período interglacial atual que estamos vivenciando. Portanto, já foi muito mais quente e nem por isso a vida no planeta foi destruída. Foi também observado, por correlação estatística, que a temperatura sempre subiu entre 800 e mil anos antes da elevação do CO2 na atmosfera, ou seja, primeiro ocorreu o aquecimento dos oceanos e depois ocorreu a liberação de CO2 na atmosfera. Portanto, não é o CO2 que aquece o planeta, ele apenas ingressa em maior quantidade na atmosfera, na medida em que os oceanos se aquecem e liberam o gás que estava aprisionado na água pelas temperaturas oceânicas mais baixas. Muitos se perguntam por que leva tanto tempo entre a elevação da temperatura e a liberação do CO2. Por uma razão simples. Os Oceanos apresentam profundidade média de 4 mil metros, sendo, portanto, muito demorado para que uma massa colossal de água de áreas mais profundas seja exposta ao aquecimento.

Reflexões e ações construtivas

O objetivo do presente trabalho é alertar aos leitores para que desconfiem de análises e conclusões do IPCC largamente divulgadas pela grande mídia catastrofista, especialista em vender notícias sem análise crítica. Este tipo de mídia não observa e não divulga os estudos e conclusões dos cientistas que contestam o aquecimento global antropogênico com dados reais conhecidos. A maior certeza sobre o clima é que ele é cíclico e inconstante e sofre a ação de forças naturais poderosíssimas, forças que os seres humanos não podem controlar e que também ainda não foram completamente compreendidas, conforme já demonstrado

A mídia, a ONU e as nações ricas, convencidas do aquecimento global antropogênico, interessadas na contenção dos gases do efeito estufa, prestariam relevante serviço a humanidade se cooperassem com as demais nações subdesenvolvidas e em desenvolvimento na efetiva implantação de técnicas de desenvolvimento sustentável acessíveis e baratas, como por exemplo, a geração de energia solar através do método heliotérmico, processo simples e barato que poderia estar sendo difundido em larga escala para suprir comunidades carentes, e também pequenas e médias cidades. Ou ainda desenvolvendo técnicas de produção de óleo diesel de fontes renováveis que pode se utilizar, por exemplo, de palmáceas nativas, como o buriti e a macaúba, muito abundantes no Brasil, com a vantagem de não conterem enxofre e não poluírem o meio ambiente. Além de técnicas mais sofisticadas como a bateria a base nióbio, que pode ser recarregada em seis minutos e dar autonomia de 300 km aos veículos elétricos. Por que não se empenham na inovação tecnológica?

Há muitas formas criativas de geração de energia em que os governos e as nações unidas poderiam trabalhar e cooperar para que todos possam seguir em frente se desenvolvendo de forma sustentável, ao invés de frear abruptamente o desenvolvimento de outros países sem prover alternativas viáveis a sua sobrevivência.

Ao insistir em medidas drásticas de uma improvável contenção do clima sem haver a transição adequada para novas fontes de energia, tanto a ONU quanto o IPCC colocam em risco a sobrevivência de milhões de seres humanos e abrem a forte suspeita de que o CO2 que eles na realidade querem reduzir somos nós.

Raimundo Oliveira
Cientista Social

Artigo atualizado em 14/10/2021

Bibliografia analisada:

A Atmosfera: http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap1/cap1-2.html

Ciência e clima: https://cienciaeclima.com.br/nivel-pre-industrial-e-cenarios-futuros-do-aquecimento-global/

Atmosfera da Terra: https://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_da_Terra

Pesquisador afirma que CO2 não interfere no clima: https://petronoticias.com.br/archives/124169

Aquecimento Global: Uma visão crítica: https://revistas.ufpr.br/revistaabclima/article/viewFile/25404/17024

Ricardo Felício: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Fel%C3%ADcio

Senado Federal. Notas taquigráficas – 28/05/2019 – 19ª – Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Comissão de Meio Ambiente: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/notas-taquigraficas/-/notas/r/8586

Pequena Idade do Gelo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Idade_do_Gelo

Colonização Viking da América: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coloniza%C3%A7%C3%A3o_viquingue_da_Am%C3%A9rica

O Sol, o motor das variabilidades climáticas: http://revistadae.com.br/artigos/artigo_edicao_198_n_1575.pdf

Terrorismo climático – Palestra do Prof Luiz Carlos Molion – Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=9PLAPeTRSEo

Global Warming: https://www.ipcc.ch/sr15/chapter/chapter-1/

Mudanças Climáticas? – 2ª parte – Energias Renováveis – Professor Luiz Carlos Molion: https://www.youtube.com/watch?v=QMC9d8cXX7c

Gases do efeito estufa: https://www.suapesquisa.com/efeitoestufa/gases_do_efeito_estufa.htm

Veja a carta assinada por 18 cientistas brasileiros e enviada a presidente: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2012/11/25/interna_revista_correio,335053/veja-a-carta-assinada-por-18-cientistas-brasileiros-e-enviada-a-presidente.shtml

A 3,000-Year Record of Solar Activity: http://www.co2science.org/articles/V17/N32/C1.php

Tribunal do Canadá condena falsificador do efeito estufa: https://richardjakubaszko.blogspot.com/2020/01/tribunal-do-canada-condena-falsificador.html?m=1&fbclid=IwAR1KawunbsDDkctPizw8PMbI9wKPc2V-RHQ3ziG-QPhHuxTMbowGAYaTqBY

Sobre Raimundo Oliveira

I'm a Social Scientist interested to study and provide analysis of global relevant issues. For professional contact send an email to rrsoliveira@hotmail.com
Esse post foi publicado em Meio Ambiente e marcado , , , . Guardar link permanente.

Deixe uma réplica

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s