A fragilidade das democracias

As eleições americanas de 2020 estão apresentando o resultado perverso de um longo processo de infiltração esquerdista e de subversão da mídia, do partido democrata e das instituições dos Estados Unidos. Fenômeno semelhante se manifesta em diferentes graus nas democracias ocidentais, inclusive no Brasil. O comportamento partidário da mídia americana desde a eleição de Donald Trump em 2016 tem demonstrado claramente o seu grau de radicalização em busca de uma uniformidade de pensamento que atenda sua agenda “progressista”. Nome elegante para práticas que se revelam regressistas. Na medida em que o progressismo corrupto avança, a diversidade de opinião e pensamento vai sendo rapidamente perseguida. Quem não concorda com suas imposições é tachado de fascista, censurado e boicotado, sejam pessoas ou empresas. Uma prova disso está aí para todos verem. O presidente americano está sendo censurado, tanto nas redes sociais quanto na maioria da grande mídia e sendo impedido de expressar suas queixas contra as irregularidades detectadas no corrente processo eleitoral.

Para quem não está familiarizado com o termo, progressista é uma das denominações elegantes criadas pela militância esquerdista para a implantação do socialismo e que se utiliza de métodos coercitivos para modificar a forma de agir e de pensar das pessoas, mesmo que seja contra sua vontade. Os “iluminados progressistas” se acham superiores e todos devem aceitar suas ideias sem contestação. Embora sejam minoria, estão muito bem organizados e posicionados nas instituições e na mídia e tem conseguido assim, controlar a maioria desorganizada da população, que preocupada apenas com sua vida cotidiana, tem colocado foco apenas nos meios que garantam sua subsistência. Infelizmente, a reduzida participação política dos cidadãos de bem abriu, de longa data, largo espaço para que subversivos e criminosos controlassem os principais postos políticos e de comando de boa parte das instituições, escolas e universidades. Dessa forma ficou fácil a cooptação de jovens inexperientes que são doutrinados e manipulados para enfraquecer e desmantelar a estrutura da sociedade.

O nome progressismo denota uma ideia de progresso e de melhoria contínua, mas que na prática apenas disfarça a militância política esquerdista, o ativismo antirreligioso, o desencarceramento de criminosos, a liberação das drogas, a flexibilização da pedofilia, a difusão do conflito racial e social, entre outros temas.

O progressismo também é um aperfeiçoamento das técnicas de controle da sociedade e de implantação do socialismo sem o uso da força. Trata-se de corromper a sociedade, prioritariamente os jovens, e assumir o poder paulatinamente sem a necessidade de guerras e revoluções. A prática vem sendo aperfeiçoada desde que a maioria dos membros da Escola corrupta de Frankfurt, fugindo do nazismo, se mudou para as universidades dos Estados Unidos. O mesmo ocorreu no Brasil, um pouco depois da segunda guerra mundial, através do estudo das técnicas subversivas de Antonio Gramsci e sua difusão nos cursos de humanas das universidades brasileiras.

A democracia é sem dúvida alguma o melhor sistema de governo desenvolvido pelo ser humano, porém seu sistema livre, inclusivo e de ampla liberdade de expressão guarda as sementes de sua própria destruição, pois permite que militantes subversivos se passem por democratas, se infiltrem no sistema para promover a desordem, aprovar leis absurdas e assumir o poder total. A partir daí, em nome da própria democracia estão com o caminho aberto para implantar ditaduras socialistas que tanto mal já causaram a humanidade.

Quem sairá ganhando com a vitória do progressismo socialista nos Estados Unidos e em todos os países democráticos são os regimes totalitários chinês, russo e o radicalismo islâmico. Todos guardam práticas ditatoriais fascistas que não admitem oposição e que aproveitarão a oportunidade de fragilização das democracias ocidentais para expandir seus domínios e para implantar o controle político, econômico e ideológico pelo mundo. Tempos sombrios nos esperam.

Raimundo Oliveira

Cientista Social

Sobre Oliveira

I'm a Social Scientist interested to study and provide analysis of global relevant issues. I'm bachelor in Social Sciences at Federal Fluminense University, and also earned Logistics degree from Paulista University and postgraduate in Business Management at INPG / Castelo Branco University, Brazil. For professional contact send an email to rrsoliveira@hotmail.com
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