Vacinação brasileira contra covid

Segundo o Ministério da Saúde, até 19/03 já foram distribuídas 25,6 milhões de doses contra covid as unidades da federação. Até o final de março mais 4,4 milhões de doses serão entregues, totalizando 30 milhões de doses. Assim, completaremos 15 milhões de pessoas vacinadas, entre elas o pessoal da saúde, os grupos de risco com sérias comorbidades e a maioria dos idosos com mais de 70 anos. A partir do final de março espera-se considerável redução nas internações deste grupo vulnerável.

Em abril está previsto a entrega de mais 48 milhões de doses que resultará em mais de 24 milhões de pessoas vacinadas. Nesta fase a maioria das pessoas com mais de 60 anos e o que sobrar dos grupos de risco estarão vacinados. Espera-se, desta forma, que as internações e a taxa de mortalidade entrem em forte declínio.

Analisando este cenário podemos perceber que a vacinação de março já vai nos trazer um forte impacto positivo. A vacinação de abril será decisiva para controlar a pandemia no Brasil. Teremos no total 39 milhões de pessoas vacinadas.

Em maio serão entregues mais 41 milhões de doses suficiente para vacinar 20,5 milhões de pessoas. Vários outros milhões de doses serão entregues mensalmente até completar mais de 562 milhões de doses em 2021.

A situação não estaria grave se houvesse por parte dos governos foco na proteção a grupos de riscos, efetiva aplicação dos recursos públicos na área da saúde, combinado com tratamento precoce aplicado logo nos primeiros sintomas, antes do agravamento da enfermidade. Muitos médicos já o fazem. Mas precisamos de muito mais. Ainda existe forte resistência, mesmo com as inúmeras evidências já publicadas em revistas científicas e testadas na prática de que diversos medicamentos off label apresentam resultados excelentes na redução da carga viral. Por que tanta resistência?

O que também pode atrapalhar a resolução da crise é a absurda politização da enfermidade por parte da extrema esquerda, combinada com quarentenas radicais que fecham empresas e desempregam aos milhões. Pessoas desesperadas, endividadas, esfomeadas e aglomeradas em casa se tornam presas fáceis de crimes e doenças contribuindo para o agravamento da crise.

Raimundo Oliveira

Cientista Social

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Pandemia corona

Procurei mas não encontrei alguma prova científica que demonstre que quarentena de pessoas saudáveis seja capaz de impedir a progressão de uma pandemia de vírus.

quarentena

Se lockdown (quarentena) desse resultado todos os países que o fizeram e continuam fazendo deveriam estar com a pandemia controlada e em situação melhor que o Brasil em mortes por milhão de habitantes. Pelo contrário, estão piores. Segue alguns exemplos, segundo posição em 03/03/2021 do site worldometers:

Bélgica – 1.905; Reino Unido – 1.817; Itália – 1.633; Portugal – 1.614; EUA – 1.599; Espanha – 1.502; Peru – 1.409 e França com 1.339 mortes por milhão de habitantes.

A Argentina já está com 1.153 mortes por milhão e com quarentena rigorosa desde março 2020. A economia está destruída e 40% da população já está na pobreza e piorando. Mas continuam insistindo no erro. Até parece que tentar resolver o problema usando o mesmo método fracassado indefinidamente vai trazer resultado diferente em algum momento. A prepotência e a opressão já está custando muito caro ao país.

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China comunista e suas práticas

Reproduzo aqui uma série de tweets publicados por Rodrigo da Silva @rodrigosdasilva. O link para a sequência de tweets publicados originalmente em 28/12/20 no Twitter podem ser seguidos através deste link a seguir:

https://twitter.com/rodrigodasilva/status/1343665958578249728

Os tweets são muito interessantes porque dão uma amostra do que é o regime comunista chinês e de como é contraditório que o movimento progressista ocidental, principalmente aqui no Brasil, mostre simpatias pelo regime totalitário chinês. Os tweets revelam comportamentos e atitudes consideradas intoleráveis no Ocidente.

Aproveitando o momento, é interessante esclarecer que progressistas é um termo muito amplo que abrange comunistas, socialistas, social-democratas, a maior parte da grande mídia e esquerdistas em geral. A esquerda está sempre atualizando seus termos, de forma que se mostre mais atrativa ao público e capture a atenção das pessoas, principalmente dos jovens imaturos e assim, garanta a renovação de seus quadros.

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A vitória da legalidade

Os ministros do Supremo Tribunal Federal, aqueles quatro que se tornaram especialistas em tomar decisões inconstitucionais, perderam por 6 votos a 5 na recente votação em ação movida pelo PTB, que definiu a impossibilidade de reeleição de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre para as presidências da Câmara dos Deputados e Senado, respectivamente. A decisão deveria ter sido por 11 a 0 contra a reeleição. O artigo 57 da Constituição é claríssimo em vetar a possibilidade de recondução aos cargos em eleição subsequente. Está escrito em português claro, não há necessidade de interpretação.

Os ministros Gilmar, Lewandowski, Moraes e Toffoli acumulam juntos mais de 50 pedidos de impedimento e que estão muito bem guardados na gaveta do presidente do Senado, que não permitiu a formação de comissões para analisar os pedidos. Por sua vez, Alcolumbre é alvo de três ações no Tribunal Superior Eleitoral e de dois inquéritos no STF envolvendo supostas fraudes de gastos na campanha eleitoral de 2014. Rodrigo Maia, por sua vez, é investigado pela Procuradoria Geral da República e pelo ministro Fachin do STF por supostos pagamento ilegais efetuados pela construtora OAS ao deputado.

Este pequeno panorama demonstra as suspeitas de que um grupo protegia o outro. O tal toma lá dá cá. A derrota na votação é uma vitória do povo, que barrou a possibilidade de reeleição dos dois políticos. Isto abre a janela de oportunidade do Congresso Nacional eleger novos presidentes não enrolados com a justiça. Se isto acontecer as chances de se ver alguns desses ministros do STF enfrentarem as comissões de análise de impeachment do Senado tende a crescer. O simples fato de serem investigados já seria desmoralizante para pessoas com ego enorme e que devem sentir imensa dificuldade até para passar pelo vão das portas. Imagine se conseguirmos impedir dois deles. Seria um santo remédio para a democracia brasileira e para ajustar o comportamento dos demais ministros.

A mudança na Presidência da Câmara, a partir de fevereiro do próximo ano, abre também a possibilidade de se pôr em votação os projetos e as medidas provisórias do governo engavetados por Rodrigo Maia, que tanta falta fazem ao país e que vem atrasando a recuperação econômica, muito prejudicada pela crise do coronavírus chinês. Assim como, também abre a possibilidade de se reapresentar as medidas provisórias relevantes que caducaram por não terem sido colocadas em votação pelo mesmo Rodrigo Maia.


Raimundo Oliveira
Cientista Social

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A imposição da ideologia de gênero nas escolas

A medida anunciada pelo colégio Franco-Brasileiro do Rio de Janeiro que adotou a neutralização de gênero gramatical em seus espaços formais e informais não é apenas uma ilegal agressão a língua portuguesa, mas é na realidade mais uma tentativa de formalizar a subversiva ideologia de gênero nos espaços de ensino.

Segundo o colégio, adotar um conjunto de operações linguísticas, supostamente neutras, têm por objetivo realizar o enfrentamento ao machismo e ao sexismo no discurso, de forma que se permita a inclusão de pessoas não identificadas com o sistema binário de gênero. Ou seja, a maioria tem que renunciar a sua individualidade, e a sua forma de se expressar para satisfazer a minoria. Por exemplo: O colégio não utilizará mais a expressão queridos alunos, mas sim “querides alunes”.

Pouco importa para a direção do Colégio se a maioria não se identifica com estes termos e se querem ser tratados por aluno ou aluna e se mais alguém quer ser tratado por “alune”. Não existe democracia lá, mas sim a imposição do que acham certo.

São mudanças tão ridículas que não sobrevivem a uma pequena análise. Como eles farão, por exemplo, com a palavra jornalista que pode ser aplicada indistintamente a homens e mulheres, ou seja, aos dois sexos, como também a outras pessoas que se identificam com outros termos. Se o idioma fosse machista os homens seriam chamados de “jornalistos”. Percebem como é incoerente!

Embora pareça algo tolo, este tipo de agressão ao idioma não deve ser ignorado. Não devemos ceder a grupos de pessoas fanatizadas e complexadas, uma pequena elite, que quer impor sua forma de pensar à maioria. Pessoas que não respeitam as famílias e sua respectiva cultura.

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A fragilidade das democracias

As eleições americanas de 2020 estão apresentando o resultado perverso de um longo processo de infiltração esquerdista e de subversão da mídia, do partido democrata e das instituições dos Estados Unidos. Fenômeno semelhante se manifesta em diferentes graus nas democracias ocidentais, inclusive no Brasil. O comportamento partidário da mídia americana desde a eleição de Donald Trump em 2016 tem demonstrado claramente o seu grau de radicalização em busca de uma uniformidade de pensamento que atenda sua agenda “progressista”. Nome elegante para práticas que se revelam regressistas. Na medida em que o progressismo corrupto avança, a diversidade de opinião e pensamento vai sendo rapidamente perseguida. Quem não concorda com suas imposições é tachado de fascista, censurado e boicotado, sejam pessoas ou empresas. Uma prova disso está aí para todos verem. O presidente americano está sendo censurado, tanto nas redes sociais quanto na maioria da grande mídia e sendo impedido de expressar suas queixas contra as irregularidades detectadas no corrente processo eleitoral.

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Eleições americanas 2020

Donald Trump, presidente americano do partido republicano, ainda tem boas possibilidades de vencer a eleição. Nos Estados ainda indefinidos ele está vencendo ou está até virando o jogo. Fiz as contas as 15 horas de hoje. Senão vejamos:

Georgia – 99% dos votos apurados. Trump está vencendo com apenas 0,2% dos votos (13.539 votos) à frente de Biden. Restam cerca de 48 mil votos para serem apurados.

North Carolina – 94% dos votos apurados. Trump está vencendo com apenas 1,4% dos votos à frente de Biden, ou seja, está a frente com 76.701 votos. Ainda restam cerca de 330 mil votos para serem apurados.

Nevada – 76% dos votos apurados. Biden está vencendo com 11.438 votos, apenas 0,9% dos votos à frente de Trump. O detalhe aqui é que a diferença vem se reduzindo e ainda faltam mais de 290 mil votos para serem apurados.

Pennsylvania – 88% dos votos apurados. Trump está vencendo com apenas 1,8% dos votos à frente de Biden. O democrata vem reduzindo a diferença. A dúvida é se terá folego para eliminar a diferença de 115.071 votos. Biden tem levado vantagem nos centros mais populosos, mas leva desvantagem no restante do Estado. Ainda resta cerca de 750 mil votos para serem apurados. Para vencer Trump seria preciso que mais de 65% dos votos a serem contados fossem para Biden.

Cada Estado tem um número específico de delegados em disputa. Neste momento Trump conquistou 214 votos. Vencendo nestes Estados em disputa, Georgia – 16 votos, North Carolina – 15 votos, Nevada – 6 votos, Pennsylvania – 20 votos. Trump alcançaria 271 votos. 1 a mais que o necessário para vencer a eleição.

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Coronavírus – uma análise crítica

coronavirus3A quarentena horizontal em curso na luta contra o coronavírus ou covid-19, que vem sendo aplicada a milhões de pessoas que estão impedidas de trabalhar, pode não estar funcionando por um motivo simples. Em algum momento as pessoas precisam sair, comprar comida e resolver algum assunto. Estas pessoas, inevitavelmente, estão se encontrando em diferentes locais com outras pessoas, inclusive com aquelas que estão trabalhando. É impossível parar tudo. Portanto, de alguma forma, uma enorme quantidade de pessoas, tanto as que estão trabalhando quanto as que não, estão entrando em contato com o vírus, que é então transportado por todas estas pessoas para as respectivas residências e transmitido aos familiares, inclusive aqueles do grupo de risco. Isso poderia explicar porque tantas pessoas mais vulneráveis estão adoecendo e porque este tipo de quarentena não está funcionando.

Em minha opinião, parecida com a de muitas outras, todas estas pessoas do grupo de risco deveriam estar sendo protegidas e todas as demais deveriam estar trabalhando normalmente, praticando o distanciamento social para reduzir a velocidade da contaminação, usando máscaras em ônibus, trens e metrô, além de praticar todas as medidas de higiene já recomendadas. Quando estivessem trabalhando ficariam mais tempo fora de suas residências e mais tempo distante de seus familiares vulneráveis. Quando em casa seria praticado o afastamento social destes familiares, reduzindo a exposição.

Todas estas pessoas que estivessem trabalhando, fora do grupo de risco e mais resistentes, em algum momento entrariam em contato com o vírus e produziriam anticorpos, formando então, segundo os especialistas, uma barreira protetora à progressão do vírus logo que o contágio atingisse por volta de 70% da população, o que colocaria fim a epidemia.

Segundo o site: https://www.worldometers.info/coronavirus/ em 10/04/2020, a Coreia do Sul, país de clima frio, que não aplica a quarentena radical que vem sendo feita aqui no Brasil apresenta 4 mortes por cada 1 milhão de habitantes, enquanto em nosso país, mesmo com quarentena, estamos com 5 mortes por cada milhão. A principal tática dos coreanos, que inclui o uso de máscaras e o distanciamento social, tem sido a aplicação em massa de testes para identificar as áreas de risco, sem paralisar as atividades das pessoas. Mas aqui não se percebe nenhum movimento para aprender suas lições.

A quarentena horizontal brasileira em curso dirigida a maioria da população e largamente divulgada pela maior parte da grande mídia, governadores e prefeitos pode lamentavelmente estar trazendo o efeito inverso do esperado.

Raimundo Oliveira
Cientista Social

 

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A pandemia Coronavírus e outras formas de abordagem

Os dados a seguir de coronavírus coletados do relatório nº 75 da Organização Mundial de Saúde de 04/04/2020 e os dados de população do Banco Mundial, estão aqui apresentados com o objetivo de demonstrar que apesar do Brasil ter decidido seguir o recomendado pela OMS e pelos principais países europeus impactados pelo Coronavírus, os resultados de casos e mortes no Brasil são semelhantes aos de países que não aderiram a recomendação da OMS, ou seja, que decidiram por tratar a pandemia de forma diferente de acordo com as características locais. Não paralisaram as atividades de todos os setores e não causaram um dano devastador a economia dos respectivos países. Preferiram, por exemplo, paralisar temporariamente atividades que geram intensa concentração de pessoas, como competições esportivas, espetáculos, cinemas e teatros, mas mantiveram a maioria das demais, mas com fortes recomendações de controle.

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Coronavírus e outras formas de lidar com a situação

coronavirus2Mandetta está fazendo um bom trabalho na parte técnica, de esclarecimento, de distribuição de equipamentos e recursos? Sim está. Sem dúvida! E nos cuidados e recomendações de proteção as populações das diferentes regiões do país? Em minha opinião não está.

Nosso país é grande como um continente, com diferentes climas e perfil populacional. Portanto, há diferentes formas de se abordar a proliferação do vírus chinês. Em aproximadamente 5200 municípios do país não há casos confirmados. Então por que nestes locais as pessoas não estão trabalhando normalmente e usando máscaras em locais onde há aglomerações? Já os idosos e doentes, estes deveriam usar máscaras sempre que próximos a outras pessoas. Por que paralisar a economia e junto com isso a saúde das pessoas? Isso também gera miséria, doenças e caos!

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