Bolsonaro versus o sistema corrupto

Na publicação que segue, Filipe G. Martins, Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Presidente Jair Bolsonaro expõe de forma resumida, clara e dura o enfrentamento em curso entre o Presidente da República e o establishment, termo que se refere ao sistema corrupto firmemente entranhado nas instituições do Estado brasileiro.

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1. Clausewitz dizia que a política é a continuação da guerra por outros meios (ou vice e versa) e, em que pese ouvirmos com frequência que isso não passa de uma metáfora inteligente, acredito que o general prussiano nos ofereceu uma das descrições mais exatas da política moderna.

2. A política normalmente se reveste de um manto de civilidade que, apesar de estar brutalmente distante da realidade e talvez justamente por isso, serve apenas para encobrir sua verdadeira natureza e impedir que as pessoas comuns enxerguem além das aparências e externalidades.

3. Normalmente a polidez e a afetação de escândalo e preocupação com as “instituições” servem apenas para ocultar o que está por trás da aparência de normalidade com que os detentores do poder mascaram os meios, mais do que sórdidos, que eles utilizam para se manter no poder.

4. E que meios são esses? Basta lembrar de nossa história recente: a mentira, a dissimulação, a trapaça, a manipulação, o assassinato de reputações, a censura, o controle hegemônico da informação, a corrupção, o homicídio, a associação com o banditismo… a lista é infindável.

5. Essa realidade oculta é exposta quando surgem novas forças políticas porque, quando o são de fato novas, estas forças surgem sempre como expressão de um grupo de outsiders que jamais será capaz de chegar ao poder se aceitar esse jogo de aparências sem desmascará-lo.

6. A vitória de um outsider só ocorre quando ele é capaz de remover o véu e expor publicamente a violência e a feiura escondidas por trás dessa tática de ocultação, revelando as condições concretas que corroem os próprios valores que o establishment dissimuladamente diz defender.

7. No Brasil não foi diferente. Com a chegada de Bolsonaro à Presidência, começamos a ter um vislumbre do sórdido jogo de ocultação que permitiu à esquerda estabelecer sua hegemonia, aparelhar as instituições e se amalgamar com aqueles que nos dominam política e estatutariamente.

8. Eis o grande drama do nosso momento histórico: o PR Bolsonaro chegou onde chegou por expor sem pudor a podridão do establishment, mas, agora, muitos exigem que ele adote uma linguagem apaziguadora e afague o establishment para, em troca, poder exercer seu direito de governar.

9. Acontece que esse direito não foi dado a ele pelo establishment, que o despreza e deseja destruí-lo, mas pelo povo, que o elegeu justamente para limpar a política nacional dos males que, durante toda a sua vida, ele expôs e denunciou de forma crua e direta.

10. Caso aceite o jogo de aparências para agradar aqueles que querem negar aos conservadores que apoiam o governo até o direito de existir, o PR terá dificuldades para cumprir o que o povo espera dele. Caso cumpra o que o povo espera dele, não terá como agradar o establishment.

11. Só será possível avançar se fizermos da denúncia da natureza vil do poder do establishment a nossa maior arma e esmagarmos as aparências, deixando de lado as notinhas polidas e expusermos de modo claro e direto os métodos criminosos que muitos usam para se manter no poder.

12. Não dá mais para tratar como amigo da democracia quem, do topo de uma pilha de crimes, recorre a palavras polidas para disfarçar seus ataques a direitos fundamentais e a outros pilares que sustentam o regime democrático.

13. É hora de escancarar as entranhas do poder e exibir toda a podridão daqueles que agem e falam como se fossem a voz da moderação, da razoabilidade e da defesa da democracia. Isso não será feito com notas e tapinha nas costas, mas com a exposição nua e crua da realidade.

Filipe G. Martins é Professor de Política Internacional, analista político, e Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Presidente Jair Bolsonaro.

Texto originalmente publicado no Twitter em 14/06/2020.

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Mais uma agressão as leis e a democracia

Alguns imbecis afirmam: “quem não deve, não teme”, sobre os pedidos de quebra de sigilo da CPI de jornalista e produtores independentes de conteúdo. Um princípio basilar do Estado de Direito é justamente a proteção de prerrogativas individuais, como os sigilos.

A quebra de sigilos só pode ser justificada com evidências claras de crimes sendo cometidos. Não é justificativa a discordância de opinião, pois nesse caso, um grupo político pode usar o peso do Estado para perseguir seus adversários, exatamente o que ocorre em ditaduras.

Nos últimos meses, temos observados membros do Judiciário e do Legislativo utilizando seus poderes não só para perseguir seus críticos e opositores, mas impedir investigações sobre acusações que recaem sobre eles, chegando ao ponto de ANULAR processos onde os crimes são óbvios.

Membros da alta cúpula do Judiciário foram alvo de várias delações, que foram sumariamente ARQUIVADAS. Membros do Congresso foram pegos operando o maior esquema de corrupção da história. Quase todos foram soltos e o chefe do esquema teve seus processos anulados.

Além de passar a fazer leis para se proteger, e impedir qualquer nova investigação, parlamentares passaram a se organizar para perseguir quem aponta os seus crimes nas redes sociais, a quem eles chamam de “milicianos digitais” e produtores de “fake news”.

Numa verdadeira jogada ensaiada, CPI da Fake News produziu uma série de acusações risíveis, no que se transformou numa perseguição policial, gerenciada pelo Judiciário, em clara afronta ao Estado de Direito, que impede um juiz de ser vítima, acusador, investigador e julgador!

A CPI da Pandemia usa a mesma lógica para perseguir seus principais críticos e constranger não só apoiadores do governo, mas qualquer influenciador que não esteja alinhado com a agenda do establishment. O objetivo é levar o maior ladrão da história de volta à presidência.

Tudo isso ocorre sob aplausos da imprensa “profissional”, que hoje não passa de órgão de propaganda do establishment. Os militantes de redação precisam derrubar esse governo para voltar a mamar nas verbas BILIONÁRIAS, além de ser alinhados ideologicamente à esquerda.

Concluindo, num regime de exceção, quem não deve, TEME, porque os Poderes não seguem mais ritos legais, ou tem como objetivo o bem comum. Há apenas a instrumentalização do Estado para perseguir qualquer adversário dos donos do poder. É isso que estamos vivendo no Brasil.

Leandro Ruschel

Publicado no Twitter em 01/08/2021

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As críticas de um morador de rua sobre a corrupção no Brasil e o STF

Reproduzo aqui no site um texto muito interessante e esclarecedor do diálogo entre o professor de Direito Constitucional Ives Gandra da Silva Martins. O texto foi originalmente publicado no site Consultor Jurídico cujo link está disponível no final da publicação.

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Ao despedir-se do país, o embaixador americano Tedd Chapman declarou que o câncer do Brasil é a corrupção.

Um morador de rua das proximidades da Igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, alguns dias atrás, criticou-me duramente, quando eu saía do templo, por elogiar os ministros do Supremo Tribunal Federal.

Respondi-lhe, com delicadeza e um sorriso, que também os criticava em algumas decisões pela interpretação que davam à Constituição, ao que retrucou: “Sei disso, mas a verdade é que são todos favoráveis à corrupção”.

O cidadão chama-se Santos e o tenho visto algumas vezes na missa, sendo bem articulado, embora de gestos severos, quase bruscos, quando fala, apesar de respeitoso.

Mantivemos um breve diálogo em que demonstrou um inconformismo não só com o STF, mas com os políticos em geral, que tripudiaram sobre o povo, enriquecendo-se, no poder, com a corrupção.

O diálogo com Santos levou-me a mais uma vez pensar em como não é fácil explicar ao povo, à luz de interpretações elásticas da Suprema Corte, por que o assalto ao dinheiro público não é punido, sendo que os personagens envolvidos continuam sendo prestigiados pela imprensa e por toda a burocracia brasiliense como heróis nacionais.

É uma verdade inquestionável que o “mensalão” e o “petrolão” existiram. Dinheiro — e não pouco — foi devolvido por muitos que se beneficiaram da corrupção, mas os personagens envolvidos gozam de prestígio, habilitados, por proteção judicial, a concorrer a eleições e a comandar investigações no Legislativo. Como explicar ao povo que tal realidade não só é legal, como legítima?

Os estados foram autorizados, em abril do ano passado, pelo STF, contra o disposto no artigo 21, inciso XVIII, da Lei Suprema, que dá competência exclusiva à União de planejar e promover o combate a calamidades públicas, a combater a Covid-19 como quisessem. Receberam recursos vultosos da União. Abriu-se uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para conhecer se houve ou não corrupção ou desídia no combate à pandemia. A Suprema Corte, entretanto, não permitiu que os governadores que receberam recursos da União e foram autorizados a combater como desejassem a moléstia participassem da CPI, tornando-a, no máximo, uma comissão da meia verdade. Sem fazer um juízo de valor sobre o espirito cívico de magistrados e senadores, é compreensível que o povo possa entender que a Suprema Corte e o Congresso estão mais interessados em derrubar o governo do que apurar a verdade, na medida em que não se interessam em saber como o dinheiro enviado pela União foi empregado em cada unidade da federação, quando já houve inclusive governadores envolvidos em escândalos e possíveis irregularidades.

O país vive momentos de recuperação econômica, mas o mundo, sem exceção, está para repensar o desenvolvimento econômico, com uma inflação global e, no Brasil, acima do teto da meta programada, o que afeta particularmente o segmento social mais desprovido de recursos. Como explicar a aprovação de um fundo eleitoral de quase R$ 6 bilhões para alavancar carreiras políticas, que é, segundo a mídia, o maior fundo eleitoral dos 193 países com assento na Organização das Nações Unidas (ONU)?

A Argentina tem urnas eletrônicas para eleições de terceira geração. Dos 193 países que votam na ONU, apenas Brasil, Bangladesh e Butão, segundo a CCJ da Câmara dos Deputados, usam as urnas eletrônicas de primeira geração, em que o eleitor apenas vê na tela o nome que escolheu e o confirma. Propõe-se a adoção de urnas eletrônicas de segunda geração, em que o eleitor terá o comprovante do voto, e não apenas a visualização na tela. Embora inferior à urna argentina, mais avançada tecnologicamente, é superior às nossas urnas atuais, rejeitadas por quase todos os países do mundo. Desinforma-se, todavia, o povo declarando que seria um retrocesso sua adoção, pois seria a volta ao voto impresso!!! A quem interessa a não explicação de que a urna eletrônica auditável é um avanço, e não um retrocesso?

A crítica que recebi de um morador de rua, pelo meu hábito de defender ideias, sem atacar pessoas, pois numa democracia o diálogo é que gera o consenso possível, fez-me, todavia, pensar em por que um país com o potencial do Brasil não cresce na velocidade que merece, embora o faça em alguns setores, como o da agropecuária, como exemplo. É que o bem comum da população é menos relevante que o bem pessoal e os privilégios dos detentores do poder.

Como velho professor de Direito Constitucional, todavia, tenho a absoluta convicção de que a democracia brasileira é bem mais forte do que pensam os arautos do caos e não corre nenhum risco de ser maculada, nada obstante os cidadãos que povoam os três poderes da República.

Fonte original: ConJur – Opinião: As críticas de um morador de rua sobre corrupção e STF

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O insustentável custo de nossa indiferença

Publico a seguir um texto de Roberto Motta, originalmente publicado no site do autor cujo link está disponível na figura ao final desta publicação. Trata-se de um exemplo simples, prático e direto de como ocorre o verdadeiro genocídio perpetrado pelos adeptos da ideologia esquerdista implantada no Brasil.

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Muita gente boa ainda acha que “essa história de esquerda e direita” é uma bobagem.

“Basta os 2 lados sentarem e conversarem”, dizem alguns, como se fosse um debate acadêmico.

Eu também já pensei assim.

Sabe o que mudou minha cabeça?

A realidade da segurança pública brasileira.

Descobri que há décadas nosso sistema de justiça criminal vem sendo destruído.

O cidadão está cada vez mais indefeso, a polícia mais acuada, a justiça mais aparelhada e os criminosos cada vez mais protegidos, organizados e ousados.

Tudo isso é resultado do trabalho incansável de ativistas e políticos de esquerda, em todas as esferas da sociedade – das escolas infantis às faculdades de Direito, das ONGs de “Direitos Humanos” aos “coletivos” que atacam a polícia e constroem “memoriais” para bandidos mortos, das novelas que humanizam e glorificam traficantes ao noticiário que ataca a polícia diariamente.

Nada explica melhor o que está acontecendo do que o caso do assassino sádico de Goiás.

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Progressismo: mais um embuste para ingênuos

tu falso progresismo

Segue um texto curtinho de Roberto Motta. Simples e direto ao ponto. Para quem está acostumado a aderir aos modismos sem observar o processo de manipulação que está por trás, o texto será bem esclarecedor:

Alguém pode ser “liberal na economia” e “progressista nos costumes” ? Poder, pode. Mas não faz sentido algum. Por que? A resposta é óbvia: “Progressismo” é um nome fantasia para socialismo. Quem apoia “progressismo”, leva o pacote socialista completo.

A essência do socialismo é o domínio da economia pelo Estado. Nada mais anti-liberal. Explicando de novo: o “progressismo” finge adotar pautas de defesa de minorias e do meio-ambiente como pura estratégia de tomada de poder. Isso está fartamente documentado.

Quando os socialistas chegam ao poder – como na União Soviética, China, Camboja, Coreia do Norte, Cuba ou Venezuela – esse “progresso” acaba instantaneamente.

Explique isso para o seu amigo inocente do Leblon ou Faria Luler, que quer o livre mercado mas apoia Antifas e Black Lives Matter. Não existe coletivismo do bem. Ninguém matou mais comunistas do que Stálin.

Fascismo é uma ideologia totalitária, originada do comunismo. As duas ideologias endeusam o Estado e esmagam o indivíduo. Nazismo é uma manifestação do fascismo baseada na ideia de supremacia racial.

Comunismo, fascismo e nazismo são variantes do mesmo vírus totalitário, fraudulento, destruidor, pervertido e assassino.

Inexplicavelmente, apesar dos milhões de cadáveres que produziram, o comunismo – principalmente disfarçado em suas variantes “socialismo” e “progressismo” – continua infectando corações e mentes.

Pior: os adeptos do comunismo foram treinados a chamar qualquer um que os enfrente de “fascistas” e “nazistas”.

Agindo assim, cometem um triplo crime: acusam os outros da perversão totalitária que eles mesmos praticam, ofendem os milhões de vítimas do totalitarismo comuno-fascista e promovem o linchamento público como arma de guerra política.

A verdade é que nada é mais parecido com um comunista do que um fascista. E isso, meus amigos, é uma verdade evidente, inconveniente e – para quem vive de propagar mentiras assassinas – insuportável.

Roberto Motta – publicado 5:31 PM · 24 de jul de 2021·Twitter for iPhone

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Progressismo: mais um nome fantasia para comunismo

Os conspiradores comunistas estão sempre inovando nos métodos de subversão dos valores das sociedades para desunir as pessoas e facilitar a implantação de sua agenda tirânica. No início gostavam de se apresentar como socialistas, defensores dos trabalhadores. Nada mais falso. Apenas promoviam os conflitos de classes e a desagregação social.

progressismo

Mesmo quando alcançavam o poder os trabalhadores continuavam pobres. Basta olhar para exemplos clássicos dos regimes opressivos que existiram nos países da Europa Oriental. Só se libertaram da tirania porque houve a implosão da falida União Soviética e por consequência o colapso dos regimes satélites. Todos os povos que se permitiram manipular por suas mentiras caíram sob regimes tirânicos. Muitos ainda hoje estão escravizados e dificilmente conseguirão se libertar da opressão. A Venezuela é o exemplo mais recente. A Argentina segue a rota planejada.

Mas voltando ao “progressismo”, mais um nome pomposo para iludir os desavisados que acham que aderindo estarão na moda, segue um texto curtinho, simples e direto de Roberto Motta que bem demonstra parte das táticas de desagregação social que vem sendo aplicadas.

Raimundo Oliveira

Texto publicado no Twitter em 25 de julho 2021:

Alguém comenta: “liberais na economia não precisam ser conservadores nos costumes. Liberais na economia devem ser liberais nos costumes, nada mais natural”. Mas o que significa ser “liberal nos costumes” ?

Não se intrometer na vida dos outros? Bom: isso é um dos princípios básicos do CONSERVADORISMO. Muitos acham que ser “liberal nos costumes” é ser “progressista”. Mas o “progressismo” é o MAIOR PROMOTOR DE INTERVENÇÃO nas nossas vidas.

O “progressismo” quer mudar o número dos gêneros, o uso de banheiros, o critério de admissão em universidades e empresas (usando “cotas”), o direito à propriedade e o direito à legítima defesa.

Para os “progressistas” o Estado deve decidir se e quando você deve ficar trancado em casa e se e quando você pode trabalhar ou abrir a sua loja. O “progressismo” CRIMINALIZOU o trabalho e os negócios.

Foi o “progressismo” que, ao mesmo tempo, soltou mais de QUARENTA MIL criminosos presos, em nome da “saúde”. O “progressismo” quer até MANDAR NO SEU CORPO, tornando obrigatória – sob pena de ostracismo – a ingestão de substâncias com efeitos imprevisíveis em seu organismo.

O “progressismo” patrulha toda a forma de expressão, censura o que considera politicamente “incorreto” e promove o CANCELAMENTO de toda a dissidência (ou do próprio dissidente). Os “progressistas” querem escolher o número das camisas dos jogadores de futebol.

O “progressismo” decidiu mudar até A NOSSA LINGUAGEM. Se você também acha que essas coisas que citei acima nada têm a ver com liberdade, deixa eu te dizer isso:
A única corrente de pensamento que, hoje, realmente defende a liberdade nos planos econômico e “de costumes” – e que se opõe à utilização desenfreada do poder estatal para oprimir o indivíduo – chama-se CONSERVADORISMO.

Isso – claro – é algo que os “progressistas” da geração Paulo Freire, com sua idolatria a YouTubers imberbes e radicais violentos, vai fazer de tudo para esconder de você. Mas a gente explica.

Roberto Motta – 10:37 AM · 25 de jul de 2021·Twitter for iPhone

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10 Things Foreigners Need To Know About Brazil, But The Media Will Never Tell Them

1-President Bolsonaro was elected with 58 million votes and enjoys overwhelming support from the population and from voters.
His recent motorcades in several major cities have attracted hundreds of thousands of people, in a mass show of support for the government NEVER BEFORE SEEN IN BRAZIL.

2- Bolsonaro is the first President Brazil has had since 1985 who is not a leftist or sympathizer. His election was deemed unacceptable by the Left who, as soon as the vote count ended, swore to raise hell and to stop at nothing to remove him from power.

3- Former president Lula was indicted for many crimes and sentenced by different courts to a prison term. In a shocking and incomprehensible reversal he was let out of prison, all his convictions were annulled and the judge who sentenced him – Sergio Moro – was called biased. Most Brazilians see this as a travesty of justice and a politically-motivated violation of the Rule of Law carried out to place a convicted criminal in next year’s presidential race.

4- Life is pretty much back to normal now. People are working, going to school, traveling, going to bars, malls, restaurants, movies, hotels and beaches. The “stay at home” time is gone.

5- In recent months a congressman, a journalist and several demonstrators were illegally arrested just because of their political opinions. None of the arrests were ordered by the President.

6- Over 40,000 inmates, most of them convicted of violent crimes, were let out of prison all over Brazil for “humanitarian reasons” during the pandemic. Many have killed after being released.

7- Police operations in the 1,400+ slums of Rio de Janeiro – all held by drug-lords or gangsters – have been suspended by court order since June 2020.

8- Brazil has an electronic, country-wide black-box-type voting system which is centrally controlled by an Elections Court. This court regulates the elections, enforces the regulations, runs the voting operations, tallies the votes and resolves disputes.
Brazilians want the voting system to be auditable. The Elections Court is fighting this request tooth and nail.

9- Big media has lost all credibility. They have spent the last year and a half drumming up fear in the population and presenting viewers and readers with a skewed view of reality created with the sole purpose of removing the President from power.

10- Supporters of the President have been intensely harassed, hit with bizarre secret court investigations, banned from social networks, subpoenaed by Congress inquiry commitees and vilified on national TV for the unforgivable crime of expressing their support for the President.

Please help me get the truth out by replicating this thread.

Thank you.

Roberto Motta.

Link to the original publication:

Roberto Motta no Twitter: “4. Life is pretty much back to normal now. People are working, going to school, traveling, going to bars, malls, restaurants, movies, hotels and beaches. The “stay at home” time is gone.” / Twitter

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Bolsonaro pode cometer erros. Mas e nós?

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Conspiração. O que mais falta inventar?

Para derrubar o governo Bolsonaro a extrema esquerda conspiradora, associada a bandidos tradicionais da política, já tentou todo tipo de intrigas, invencionices, atentados, golpes, narrativas e mentiras, tudo isso com ampla cooperação de grande parte da mídia corrupta, sedenta por recursos governamentais, senão vejamos:

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O que o juiz não pode fazer, salvo se for ministro do STF

A atual composição do supremo tribunal federal vem aplicando tantas decisões polêmicas e equivocadas, todas de alto impacto, que os professores de Direito estão com dificuldade para organizar suas aulas de processo penal. Tudo aquilo que não é permitido aos juízes, contraditoriamente vem sendo praticado livremente por alguns ministros da corte, ainda que a legislação não haja estabelecido os procedimentos listados mais abaixo.

A lista de “novidades hermenêuticas” é tão extensa que tomei a liberdade de publicar aqui os respectivos itens, os quais foram organizados pelo professor Rodrigo Régnier Chemim Guimarães e publicados no facebook em 20/05/2021 e atualizados em 28/05/2021, 18/06/2021 e outras datas assinaladas no corpo do texto.

1. Juiz pode instaurar inquérito? Não, salvo se for ministro do STF;

2. Juiz pode investigar crimes? Não, salvo se for ministro do STF;

3. Juiz que se considera vítima de crime pode conduzir investigação a respeito? Não, salvo se for ministro do STF;

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